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Super Skunk

Descrição da genética

Super Skunk carrega em um dos lados da família uma das genéticas mais influentes da história da cannabis. A Skunk #1 nasceu no fim dos anos 1960/início dos 1970 na Califórnia, cruzando landraces afegã, mexicana (Acapulco Gold) e colombiana — uma das primeiras variedades do mundo a reproduzir suas características de forma estável, geração após geração. Os genes chegaram à Holanda em 1982 e foram desenvolvidos pela Sensi Seeds, que segue cultivando a linhagem até hoje; a Skunk #1 já foi eleita favorita do público no Cannabis Cup de Portugal (2014) e "Garota do Ano" no Highlife Cup (2010). Cruzada com Afghani indica pura, a Super Skunk herda esse pedigree histórico. Mirceno, Pineno e Cariofileno definem o aroma pungente, skunky e adocicado — inconfundível e impregnante. Efeito corporal progressivo e de caráter sedativo marcante.

Super Skunk

Genética: Skunk #1 X Afghani

Indica
  • THC 16 ~ 20%
  • CBD 0,2 ~ 2,4%

Botânica

Sativa 20% Indica 80%

Classificação botânica histórica — não há evidência científica robusta de que sativa/indica prevejam o efeito. O que mais influencia é o perfil de terpenos abaixo.

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Perfil aromático

  • Terroso
  • Pungente

Terpenos predominantes

Principais efeitos relatados

Efeitos positivos e negativos mais citados pelos pacientes nas experiências desta genética.

Experiências (15)

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+14 experiências de outros pacientes.

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