- Bem-estar
- Relaxamento
Se existe um prêmio de beleza entre as flores que já adquiri, a OG Kush CBD leva. É, sem dúvida, uma das flores mais bonitas que já passaram pelas minhas mãos. Extremamente resinada, coberta por uma camada generosa de tricomas que impressiona até de longe. O aroma também chama atenção. Assim que você abre a embalagem, já percebe um cheiro intenso, fresco e marcante. Dá para ver o cuidado com o cultivo antes mesmo da primeira vaporização. Essa também foi a minha primeira experiência com uma flor rica em CBD. Confesso que criei uma expectativa muito alta. E ela não decepcionou. Muito pelo contrário. A flor entregou exatamente aquilo que a genética dela se propõe a oferecer. Quem não correspondeu às minhas expectativas fui eu, que imaginava sentir um efeito terapêutico muito mais evidente. No meu caso, não percebi o efeito nítido que eu esperava no quesito criatividade, foco, bem-estar e aquela sensação de dar um up no humor. Não estou comparando com o THC, porque são propostas completamente diferentes. Mas esperava sentir uma redução mais clara da ansiedade, mais foco ou uma sensação terapêutica que me fizesse pensar: “Agora entendi o CBD”. Isso não aconteceu. Com o passar dos dias, porém, encontrei um papel em que ela fez muito sentido dentro do meu tratamento. Percebi que a OG Kush CBD se encaixa perfeitamente para ser utilizada em conjunto com uma strain rica em THC, principalmente pela manhã, em uma proporção de 1:1. Ela ajuda a amenizar a intensidade do THC, deixando a experiência mais equilibrada e funcional, sem abrir mão dos benefícios terapêuticos. Foi justamente nessa combinação que ela começou a mostrar seu verdadeiro valor. Sozinha, ela não entregou o que eu buscava. Como coadjuvante de uma strain rica em THC, fez total sentido. Talvez essa seja a maior lição que ela me trouxe. Nem toda strain precisa ser protagonista. Algumas cumprem o papel de dar equilíbrio ao tratamento. E, para mim, foi exatamente aí que a OG Kush CBD encontrou o seu lugar.